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19 | DEZ | 2013
Nota eletrônica impulsiona negócios no comércio
Por: Valor Econômico

O setor de automação do varejo no Brasil vai muito melhor do que a economia: ele fecha o ano com um crescimento da ordem de 10% sobre 2012, quando totalizou um faturamento de aproximadamente R$ 2,75 bilhões, segundo Araquen Pagotto, presidente da Associação Brasileira de Automação Comercial (Afrac). Em outras palavras, o setor fecha 2013 com um faturamento que passa de R$ 3 bilhões. As expectativas para 2014 são ainda melhores: com a progressiva implantação da NFCe – Nota Fiscal Eletrônica para Consumidor Final, que não exige o uso de impressora nem de papel especial (a nota fiscal é emitida eletronicamente, podendo ser enviada até por email) – há uma expectativa de R$ 1 bilhão de faturamento só em aquisições de novos pontos de venda, tanto pelos novos negócios quanto por aqueles que poderão expandir frentes de caixa.

Wilton Ruas, vice-presidente de automação da Itautec, acrescenta que o varejo tem crescido entre 6% e 10% ao ano desde 2009 “e não será diferente em 2013. Fatores como o aumento da renda nas classes C e D e a taxa de desemprego em níveis ao redor de 5,5% fazem com que o varejo continue criando um círculo virtuoso. Há uma clara expansão orgânica das redes em regiões com maior potencial de crescimento, como no Nordeste, por exemplo”, diz ele.

Leonardo Dicker, diretor de automação comercial da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro), também está satisfeito com esse impulso que o setor está ganhando: “A NFCe é um dos fatos que estão mudando a realidade da automação comercial. Hoje fica muito caro implantar um novo ponto de caixa, porque só a impressora custa R$ 2.500 e além disso a burocracia é complexa. O comerciante precisa adquirir hardware e software homologados, não pode fazer uma campanha de descontos se ela não estiver cadastrada na Secretaria da Fazenda e assim por diante. No entanto, vários Estados entenderam que era possível aperfeiçoar a legislação para beneficiar os dois lados, estudaram o assunto em 2012 e agora em 2013 os resultados estão aparecendo”, explica.

Pelas estatísticas da Afrac, existem 2,2 milhões de pontos de venda com automação no país, mas isso ainda representa apenas 25% dos varejistas brasileiros. Mesmo assim, a expectativa da entidade é de que esse número se eleve para 50% das lojas nos próximos cinco anos, e que a intenção de automatizá-las alcance até 70% dos empresários. João Carlos Oliveira, presidente da Associação Brasileira de Automação, a GS1 Brasil, lembra que as possibilidades de automação em toda a cadeia de comércio são quase infinitas. “O código de barras, por exemplo, que foi implantado aqui a partir de 1985, ganha agora a companhia do ‘databar’, um código que armazena mais de mil informações, inclusive data de vencimento do produto, podendo alertar o cliente ao passar pelo caixa”, diz ele.

Já utilizado amplamente na Europa, o databar está em testes em uma loja da cadeia Pão de Açúcar e em um fabricante de carnes, segundo Oliveira. Apesar disso, o velho código de barras continuará em uso. “Ele é utilizado hoje em 40 diferentes segmentos, incluindo o militar e o hospitalar”, lembra Oliveira. Outro item que segundo ele está trazendo inovações aos sistemas de automação comercial é a etiqueta RFID, que registra informações e as transmite por meio de sinais de radiofrequência.

Entre outras aplicações, ele cita o controle de estoques: um funcionário com um sensor pode percorrer prateleiras e obter as informações exatas sem ter de contar peças ou caixas.

Segundo o consultor do Sebrae Gustavo Carrer, um funcionário leva um dia e meio para contar manualmente o estoque de uma loja com 100 metros quadrados, mas leva apenas uma hora se as etiquetas forem RFID. Ganhar tempo no caixa para liberar um cliente e atender o próximo é somente um fragmento das possibilidades oferecidas pela automação comercial, diz Carrer. “Os empresários instalam os equipamentos que são obrigatórios por lei, mas nem sempre estão aproveitando as informações que eles podem produzir, como tíquete médio, horários mais fortes de vendas, correlações entre produtos e tíquete médio, ou seja, a loja está com o caixa automatizado mas não informatizada”, lembra ele. “Os empresários perdem muito deixando de adotar certas práticas – por exemplo, só podem controlar perdas se fizerem controle de inventário, mas apenas 30% fazem isso com regularidade”, lembra Carrer.

Agostinho Rocha, diretor da Unisys Brasil, diz que as empresas buscam colocar os negócios a favor do cidadão, em função das necessidades deles. “Essa é a evolução dos ambientes de automação”. No caso da Unisys, a empresa tem cuidado do desenho de processos de negócios, integrando a eles imagens, georeferenciamento e outros dados que permitam seu aperfeiçoamento e um atendimento proativo de cada cliente.

Fonte: http://www.valor.com.br
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